Terça-feira, 22 de Março de 2011

Alguma coisa a declarar?


A Papa-léguas inicia uma série de entrevistas a guias e viajantes, a colaboradores e amigos como forma de reconhecimento pela simpátia, prestabilidade e sobretudo pela alma de aventureiros nesta longa caminhada.

O primeiro entrevistado é o Jorge Silva que tem 63 anos de idade mas 20 de espírito. A companhia dos seu passos já atravessou montes e escarpas, percorreu vales e florestas e o seu sorriso já iluminou muitos caminhos.

É um viajante nato, daqueles que não vira as costas a uma boa subida; quer seja no Nepal ou em Sintra. É um companheiro de aventuras que temos um privilégio de ter.




Nome: António Jorge Silva

Idade: 63 anos

Onde já esteve com a Papa-Léguas: Espanha (Gredos, Pirineus), França (Chamonix), Marrocos (Toubkal), Portugal (Pico), Nepal.

Onde este sem a papa-léguas:
Espanha (Serra Nevada, Picos da Europa, Somiedo) Portugal (além do continente, Madeira e Açores-S.Miguel).



Qual a ultima viagem que realiza ou com a Papa-Léguas: Nepal (Vale de Khumbu)


Qual a sua pior recordação de viagem (acontecimento)?
Burocracia em alguns aeroportos.

e a melhor? As paisagens que encontrei.

Qual foi o seu pior receio enquanto viajante? Nenhum.




Que destino o surpreendeu mais? Marraquexe

Qual a sua viagem de sonho? Porque? Canadá, pela sua natureza selvagem.

Consegue-se recordar das suas primeiras férias? Sim, fora de Portugal na Serra Nevada.

Qual o carimbo no seu passaporte de que tem mais orgulho?
Nepal

Quantas vezes perdeu a sua bagagem? 2 vezes

Alguma vez se perdeu durante uma viagem? Nunca

Qual a maior altitude que esteve?
Cerca de 5200 mt.

Qual a sua foto preferida? Com a esposa em Somiedo.




Qual o prato mais esquisito que já comeu? Dahl Bat (pela novidade).

Qual o lugar onde esteve que não voltaria? Todos eles me deixaram vontade de voltar.

Qual o objecto que não dispensa nas suas viagens Máquina fotográfica.
Numa frase como convenceria alguém a viajar… Viajar no sofá, pode ser cómodo, mas nada que se compare aos cheiros, sons, vistas, convivio que se tem, indo pessoalmente aos locais desejados. Parar é definhar...


Muito obrigado Jorge! Até breve numa próxima aventura!

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